“Azul” – seis poemas inéditos de Daniele Gomez

Ouriço – de Bruna Emanuele

É muito comum ouvir por aí que os diários trazem inúmeros benefícios à vida cotidiana: ajudam contra a ansiedade, preservam a memória, esclarecem sentimentos conturbados, dão destino ao que parece inútil etc. Coisa parecida costuma ser dita sobre a poesia, que, além de fonte de enorme prazer, fornece repertório simbólico, ajuda na interpretação do que parece imapeável, intangível, e que até nos aproxima do Divino.

A lírica de Daniele Gomez encontra um caminho entre ambos, diário e poesia, traço que salta aos olhos quando nos detemos sobre os poemas de “Azul”, livro ainda em fase germinal, que não deixa de pegar também outros percursos – tocando a prosa, a confissão, a canção, o relato – para construir uma narrativa entre fagulhas líricas.

Hoje, no Duras Letras, apresentamos com muita alegria estes seis poemas inéditos de “Azul”, de Daniele Gomez.

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